Casal faz sexo explícito em plena audiência pública virtual

DA REDAÇÃO | Cultura&Realidade

Em tempos de pandemia, cresceu a adesão de pessoas e instituições públicas e privadas, pelas reuniões por videoconferência. Aliás, este formato de reuniões é a tendência do “novo normal” que veio para ficar. Mas um caso inusitado ocorreu na semana passada, durante a realização de uma audiência pública por meio eletrônico, no Rio de Janeiro, sobre alimentação escolar.


Como nem todo mundo está habituado com as ferramentas eletrônicas, fazer gestão delas, tem sido um processo de aprendizado e não são poucas as gafes. Vez ou outra rola até bullyng entre colegas de trabalho. Aquela risadinha frente às barbeiragens de alguns.
Mas um casal resolveu fazer sexo em pleno momento da audiência pública e esqueceu de desativar a câmara.
O evento foi convocado pela Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara do Rio , no mês passado, mas ainda repercute nas galerias da câmara carioca. Enquanto os vereadores Leonel Brizola (PSOL), Babá (PSOL) e Célio Lupparelli (DEM) discutiam sobre um dos temas, a câmera de uma representante popular presente na reunião, ainda ligada, começou captá-la num momento íntimo de sexo com seu parceiro ao fundo.
Apesar da performance explícita de sexo, no entanto, os parlamentares e as demais pessoas presentes na chamada de vídeo da Câmara do Rio não interromperam a sessão nem por um segundo.
Nenhum vereador do Rio presente esboçou também qualquer reação expressiva. Após a relação íntima, o casal ainda sentou de frente para a câmera por alguns segundos.
O vereador Célio Lupparelli afirmou ao Globo, que, por estar na chamada pelo celular, não presenciou a cena. “Eu, sinceramente, não vi. Estava pelo celular e a minha visualização só alcançava a apresentação sobre orçamento”.
Lupparelli afirmou que se surpreendeu quando ficou sabendo sobre a cena de sexo, apenas horas depois. “Achei muito estranho esse fato”, concluiu.

Presidente da comissão, Leonel Brizola (PSOL) minimizou o fato, e lamentou que o incidente tenha ganho mais destaque na mídia que a discussão sobre as merendas dos alunos de escolas públicas.


“Lamento que a imprensa tenha dado mais destaque a indiscrição involuntária que ocorreu durante a audiência e não a falta de alimento das crianças e adolescentes. Assim que percebemos o episódio, imediatamente pedimos para a TV Câmara, que é quem controla o áudio e o vídeo dos participantes para a imediata retirada do ar. Nós vereadores e demais participantes não temos qualquer ingerência de corte, edição, montagem dos vídeos na plataforma Zoom”, disse. “Reafirmo a importância da audiência pública em demonstrar a incompetência da prefeitura que tem recursos, mas não consegue fazer com que os direitos das crianças sejam respeitados”.

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