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Bahia

Superando metas e fechando o ano com superávit financeiro, prefeitura de Ipupiara é exemplo de gestão pública

Cultura&Realidade - 18 de Janeiro de 2019

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Prefeito Ascir Leite: "diálogo, planejamento e articulação política. Uma receita que está dando certo" - Foto: Ilustração

O município de Ipupiara, no Oeste baiano, vem se destacando no cenário estadual pela eficiência administrativa. Na contramão de todos os fatos envolvendo o setor público, versus situação econômica nacional, o município cumpriu e superou metas fiscais e concluiu o ano com superávit financeiro em suas contas.

O Instituto Terra Viva – Avaliação e Tendências, constatou que o atual governo municipal conseguiu investir em todas as áreas de responsabilidade do município, acima do que era o seu dever. No contexto nacional, informações apontam que 80% das prefeituras brasileiras não fecharam suas contas, com descumprimento das metas fiscais e de compromissos com servidores e fornecedores. Muitos não pagaram salários, nem o 13º Salário no ano passado.

Em Ipupiara, a prefeitura honrou os compromissos antecipadamente, durante os últimos dois anos, com todos os servidores efetivos, comissionados, nomeados e contratados e todos os fornecedores tiveram seus contratos pagos pontualmente nas datas marcadas.

Quanto aos investimentos constitucionais obrigatórios, a prefeitura executou 17,54% na área de saúde e na área de educação 26,39%, quando sua obrigação era de 15% e 25% respectivamente. As receitas globais do município em 2018 foram de R$ 25.415.309,28 (vinte e cinco milhões, quatrocentos e quinze mil, trezentos e nove reais e vinte e oito centavos), dos quais foram executados R$ 24.982.459,45 (vinte e quatro milhões, novecentos e oitenta e dois reais e quarenta e cinco centavos), obtendo, como superávit na gestão, R$ 1.331.229,42 (um milhão, trezentos e trinta e um mil, duzentos e vinte e nove reais e quarenta e dois centavos).

Deve-se ressaltar que município ainda não recebeu os recursos oriundos de Fundef contingenciados no Governo Federal e nem deixou de recolher e pagar todos os recursos do INSS da atual gestão e das anteriores que ficaram devendo ao Instituto de Seguridade Social. Isto é, as contribuições ao INSS de todos os servidores do atual governo estão legalmente recolhidos junto ao órgão federal.