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Rampa de voo livre atrai mais turistas ao município de Jacobina

25 de Fevereiro de 2016

rampa.jpg [caption id="attachment_4010" align="aligncenter" width="500"]Rampa de voo livre em Jacobina. Foto: Waldson Alves Rampa de voo livre em Jacobina. Foto: Waldson Alves[/caption] Por Verusa Pinho/Guia Chapada Diamantina A cidade de Jacobina, localizada na Chapada Norte, tem atraído cada vez mais turistas após a inauguração no ano passado da rampa de voo livre. O município já é bastante frequentado por esportistas radicais e ligados à natureza, que fazem motocross, rapel, trekking, mas agora o pessoal do parapente, asa-delta e afins tem uma ótima opção para as práticas dentro do estado. Localizada na Serra da Amizade, na região leste da cidade, a rampa de voo livre tem estação meteorológica, quiosque e área de decolagem gramada. De fácil acesso, sendo apenas seis quilômetros do centro da cidade, e com vias para automóveis até o topo da serra, é bem sinalizada e proporciona a observação da beleza do município do alto, com uma vista panorâmica. A rampa de Jacobina já tem recorde de distância entre a decolagem e o pouso: 265km. Hoje, moram pilotos profissionais com alto nível de experiência na cidade. Dentre eles, está Kleuber Freitas, instrutor e piloto de voo duplo. “A Associação Jacobinense de Voo Livre trabalha pelo esporte, incentivando os pilotos e adeptos. Anualmente, promovemos eventos, como o ‘Jacobina Open de Voo Livre’ e sediamos etapas dos campeonatos baiano e regional, reunindo competidores de todo o país, além de estrangeiros. Em Jacobina, ainda existem rampas naturais, com destaque para a do Cruzeiro de Itaitu, distrito do município”, comenta Kleuber. Para fazer um voo duplo, é preciso ter mais de 18 anos ou estar acompanhado pelos pais ou responsáveis. O voo dura, em média, 15min e percorre 10km sobre as serras de Jacobina. O valor é R$ 200, incluindo registro fotográfico e vídeo. Para Ronildo Andrade, presidente da Federação Baiana de Voo Livre e diretor técnico da Associação Jacobinense de Voo Livre, além de bicampeão baiano no esporte, as condições meteorológicas da região estão entre as melhores do mundo, com fortes e grandes massas de ar quente, que permitem ganhar altura e voos de longas distâncias. “Só quem voa sabe o motivo pelo qual os pássaros cantam”, comenta. Modalidades Apesar de serem modalidades muito parecidas e ambas consideradas voo livre, asa-delta e parapente têm diferenças entre si. O parapente tem a vantagem de ser mais leve, facilitando a descolagem e pouso do piloto. No entanto, é na asa-delta que se atinge velocidades e distâncias maiores. No distrito de Itaitu, conhecido como Parque das Cachoeiras no roteiro turístico da Chapada Norte, a modalidade de voo livre intitulada paramotor (parapente com motor) é bastante praticada. A beleza cênica do lugar, rodeado por serras e cachoeiras, atrai os visitantes e ainda possibilita a prática de outros esportes, como rapel e escalada. A agência Eco Sistema Adventure oferece o serviço, em meio a cenários deslumbrantes e imperdíveis, a exemplo da Cachoeira Véu de Noiva, com cerca de 60m de altura. Com informações do site Guia Chapada Diamantina. Serviço: Eco Sistema Adventure: (74) 99932-9305 (Wescley Reis)/(74) 99141-9507 (Kleuber Freitas)