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Politica

O ex-prefeito Luizinho, além de responder processos por improbidade, está perdendo sua base de vereadores para deputado estadual

Cultura&Realidade - 17 de Outubro de 2017

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Luizinho Sobral não está conseguindo firmar apoio da sua base local para deputado estadual e tenta apoios fora da região - Foto: 

O cenário político em Irecê para 2018 começa a se desenhar.

O ex-prefeito de Irecê Luizinho Sobral vem mantendo agenda externa ao município, especialmente em regiões distantes de Irecê. Suas aparições na sua principal base política tem sido poucas e esvaziadas. Ele se encontra bastante fragilizado, conforme avaliam diversas lideranças. Não bastassem os diversos processos que responde por improbidade administrativa, inclusive já sendo sentenciado pelo Tribunal de Contas dos Municípios, está vendo sua base de vereadores desaparecendo.

Dos nove edis eleitos pelo seu grupo, restam apenas as vereadoras Margarida Cardoso e Consuelo Dourado. Já os vereadores Irisvan e Valdereis, do PSD, deverão seguir orientação política de Ângelo Coronel, presidente da Assembleia Legislativa, que está apresentando o seu filho Ângelo Coronel para disputar uma cadeira na assembleia.

O vereador Toinho do Judô vai apoiar os candidatos do seu partido, o PRB, federal Tia Eron e estadual Júlio Santos.

Por telefone, o líder da oposição em Irecê, o psdebista Leo da Unibel disse que está aberto ao diálogo para deputado estadual. Ele não nega conversações com Zé Carlos da Cebola e afirma que pode conversar com Jacó e até mesmo com Luizinho. “De certo mesmo, só tenho o deputado federal Cláudio Cajado e a posição de somente apoiar um candidato a deputado estadual que se oponha ao governador Rui Costa”, afirmou.

ELMO VAZ - O prefeito Elmo Vaz, em recente reunião, evidenciou seu apoio de forma bem plural, respeitando as possíveis tendências do grupo que lidera e especialmente as articulações, com possíveis candidatos que estejam defendendo projetos para o município.

Para estadual, ele cita como candidata natural, a atual deputada Fabíola Mansur, mas reconhece e respeita a força de Mário Jacó e Zé das Virgens, como possíveis candidatos. Para federal, os petistas Jorge Solla, Walmir Assunção e Luiz Caetano, o comunista Daniel Almeida e João Carlos Bacelar, o Jonga, também estão no páreo dentro do grupo.