file-2017-02-08175959.335653-Banner-CR-topo-notcia_22b9a9f62-ee39-11e6-aece-047d7b108db3.jpg

Festival Gastronômico Paladares do Sertão

Lançamento de importantes instrumentos para manejo adequado dos solos

07 de Dezembro de 2015

joao....jpg [caption id="attachment_3239" align="aligncenter" width="300"]joao... João Gonçalves participa da definição da política nacional de combate à desertificação[/caption] Lançamento do Atlas Mundial de Solos, lançamento de publicação técnica sobre manejo e conservação de solos, apresentação do Sistema de Alerta Precoce de Seca e Desertificação (SAP) e  anúncio do programa de formação técnica para manejo e conservação de solos e participação na exposição fotográfica sobre desertificação, são a agenda do jornalista e pedagogo João Gonçalves, hoje em Brasília, na condição de membro da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), estrutura da Organização das Nações Unidas coordenada pela Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente. Francisco de Assis Batista da ACB – Associação Cristã de Base de Crato – CE e Josimar Coelho Neto, AMAP – Associação de Movimento Agrícola e Popular de Pastos Bons – MA, coordenador Estadual da Articulação do Semiárido – ASA, são alguns, também, dos representantes do foco sociedade civil na CNCD. Titular da Câmara Técnica que discute Ciência, Tecnologia e Conhecimentos Tradicionais, João Gonçalves informou que os lançamentos fazem parte de um conjunto de ações interinstitucionais, que vem trabalhando há cerca de dez anos em diferentes fontes de pesquisa em diversas áreas susceptíveis à desertificação em todo o mundo. “A Bahia é o estado brasileiro com maior área de susceptibilidade e o Território de Irecê um dos maiores problemas no Estado, mas infelizmente nem a sociedade e nem o poder público de forma significativa, está focando este dilema”, diz Gonçalves, que representa o Instituto de Permacultura em Terras Secas - Ipeterras. Amanhã, durante todo o dia, ele participa da VI Reunião da CNCD, com representações sociedade civil e do poder público de todos os estados brasileiros, para debaterem sobre a implementação da Política Nacional de Combate a Desertificação, já aprovada pelo Congresso Nacional. “Agora vamos definir estratégias, o formato da sua implementação, o que é outro grande desafio, se considerarmos que outras políticas públicas demoram anos para serem regulamentadas”, disse. Por Fabiano Vidal