Educação

Jovem declara a importância do modelo de ensino contextualizado em sua formação

Cultura&Realidade - 09 de Janeiro de 2020 (atualizado 11/Jan/2020 14h58)

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Athirson Silva deseja que todos possam conhecer um dia o modelo de ensino que é aplicado na instituição.  -  Foto: Arquivo pessoal


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Formado em Técnico Agropecuária pela Escola Família Agrícola Regional de Brotas de Macaúbas (EFAR), Athirson Silva Oliveira, de 19 anos, demonstra a sua satisfação pela oportunidade de conhecer um modelo de ensino contextualizado. 


“A emoção de poder participar de um modelo de ensino contextualizado, desfrutando da pedagogia da alternância é algo incrível, é um modelo de ensino que tem muito a contribuir com a sociedade, onde seu ensino vai muito além da teoria e do lado profissional, mas que toca o lado humano, que forma pessoas críticas, atuantes, com fé e muita garra para lutar para um mundo melhor e mais justo”

disse Athirson Silva ao Cultura&Realidade.


O modelo de ensino contextualizado tem como premissa conhecer os (as) estudantes, suas experiências, entendimentos sobre o mundo e sua realidade. Seja qual for a classe a qual pertençam ou o ambiente em que vivem, todos (as) chegam à escola trazendo um mundo de informações que não pode ser desconsiderado na construção do processo de ensino/aprendizagem. 


Cabe ao docente construir momentos na sua prática pedagógica que favoreçam a expressão desse saber prévio e a partir dele organizar situações que proporcionem um ambiente democrático onde todos ensinem e aprendam. 


 A EFAR, que formou sua segunda turma no dia 26 de dezembro, foi implantada em 2015, e funciona na Fundação Santo Afonso, instituição criada pelo Monsenhor João Cristiano. Dotada de alojamentos, áreas comuns, salas de aula, refeitório e demais estruturas de conforto, as quatro turmas mistas de jovens entre 14 a 29 se revezam em internações quinzenais e supervisionadas por monitores e instrutores da entidade mantenedora, a Associação de Desenvolvimento das Comunidades Rurais de Brotas e Região (Adecorbre). 


Athirson Silva deseja que todos possam conhecer um dia o modelo de ensino que é aplicado na instituição. 


“A EFAR é um projeto incrível, no qual eu tive a honra e o prazer de poder participar, hoje me vejo um ser humano melhor, capacitado e com uma vontade imensa de lutar pelo bem comum, de defender o que é o certo e de buscar o melhor para todos. Desejo de coração a todas as pessoas que um dia possa conhecer o modelo EFAR de ser, tenho total certeza que vão se apaixonar, assim como me apaixonei”.

Finalizou o técnico.

Da Redação, por Joanderson Aleixo.