Cultura, Esporte e Lazer

Fórum Estadual do Forró pode acontecer em Irecê ainda este ano

Cultura&Realidade - 18 de Maio de 2019

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O evento foi realizado na Assembleia Legislativa Foto: Ascom/PMI

Durante sessão especial na Assembleia Legislativa na última terça-feira (14), com a presença de diversas autoridades relacionadas à Cultura, foi encaminhada ao IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, pela deputada estadual Fabíola Mansur (PSB), a solicitação do registro das Matrizes do Forró como Patrimônio Imaterial da Bahia. Durante o evento, que contou com a presença do secretário de Cultura de Irecê, Sólon Barretto, representando os gestores municipais da pasta de todo o Estado, foi articulada a possibilidade da realização do Fórum Estadual do Forró em Irecê para ainda este ano.

Cantor Claudinho do Acordeon e o Secretário de Cultura de Irecê, Sólon Barretto. Foto: Ascom/PMI

“Será uma grande honra para Irecê receber um evento dessa grandeza. O Forró e as festas juninas contribuem para o desenvolvimento do turismo, economia e geração de emprego e renda. É a maior festa regional do Brasil e precisa ser reconhecida como Patrimônio Imaterial”, destacou o secretário, acompanhado do músico local Claudinho do Acordeon.

Durante o evento, Fabíola Mansur referiu-se ao momento como histórico, recebendo pessoas comprometidas com a defesa do forró. Ressaltou, também, a importância da regulação da Lei da Zabumba, que define nos eventos tradicionais que 60% das contratações sejam de artistas do Estado. “É importante porque o São João é responsável por uma cadeia produtiva gigantesca. É esse forró que precisamos salvaguardar, não só através do registro imaterial que protege as nossas tradições e preserva a essência, mas também, para gerar turismos, renda e emprego, já que as festas juninas, na Bahia, geram em torno de 700 milhões”, justificou.

Elogiando Irecê como um dos municípios que cumprem rigorosamente o percentual indicado pela lei, a legisladora ressaltou a importância da quadrilha junina como uma tradição que precisa de investimentos, “e temos que incluir nisso a juventude que é quem renova e preserva as tradições e tentar fornecer ao Estado um grupo técnico para ajudá-lo no cumprimento da lei”, complementou.

Da redação, com informações da ASCOM/PMI