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Fabíola Mansur quer que governo crie aplicativo sobre serviços de DST/AIDS

29 de Fevereiro de 2016

mansur1.jpg [caption id="attachment_4042" align="aligncenter" width="500"]Na visão da parlamentar, é necessário focar na Profilaxia Antirretroviral Pós-Exposição de Risco para Infecção pelo HIV. Foto: Ilustração Na visão da parlamentar, é necessário focar na Profilaxia Antirretroviral Pós-Exposição de Risco para Infecção pelo HIV. Foto: Ilustração[/caption] Estimativas da OMS pontam que mais de um milhão de pessoas adquirem uma DST diariamente. A cada ano, estima-se que 500 milhões de pessoas adquirem uma das DST curáveis (gonorreia, clamídia, sífilis e tricomoníase); que outras 530 milhões de pessoas estejam infectadas com o vírus do herpes genital e mais de 290 milhões de mulheres estejam infectadas pelo HPV (que causa 530.000 casos de câncer de colo uterino e 275.000 mortes por essa doença/ano). Preocupada com o crescimento de casos de DST/AIDS na juventude e com o grande número de gestantes infectadas com o HIV, a deputada Fabíola Mansur – membro da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa – reivindicou do governo da Bahia que crie um aplicativo para celulares e tablets para orientar a população baiana sobre serviços que envolvem Aids e outras DSTs, bem como os locais de realização da Profilaxia Antirretroviral Pós-Exposição de Risco para Infecção pelo HIV (PEP). “A criação do aplicativo para celulares e tablets, apelidado de Tá na Mão, vem dando certo no município de São Paulo. Desenvolvido pelo Programa Municipal de DST/Aids, da Secretaria Municipal de Saúde, o aplicativo tem o objetivo de informar a população os locais que podem ser realizados exames e tratamentos no Município, enfatizando o tratamento através da Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que, infelizmente, não tem a publicidade devida entre a população”, destacou Fabíola Mansur. Na visão da parlamentar, é necessário focar na Profilaxia Antirretroviral Pós-Exposição de Risco para Infecção pelo HIV (PEP), medicamentos que fazem parte do coquetel utilizado no tratamento da Aids, que devem ser tomados por quatro semanas (28 dias). Só há efeitos positivos se iniciado o tratamento em até 72 horas após a exposição ao vírus, segundo prescreve o médico oncologista Drauzio Varella em recente ensaio sobre o tema, disponível no site drauziovarella.com.br.