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Politica

Controlador interno de Irecê desmente boatos sobre falência: “É tudo falácia!”

Cultura&Realidade - 26 de Setembro de 2017 (atualizado 26/Set/2017 16h29)

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Edvanilson Alecrim, Controlador Interno de Irecê – Foto: Arquivo

“Não existe essa história de falência, o que existe é uma falácia... o município tem superávit acima de R$ 8 milhões” diz controlador

Em entrevista nesta terça-feira (26) à rádio Caraíbas FM, o controlador Interno de Irecê, Edivanilson Alecrim Machado, desmentiu os boatos plantados em veículos de comunicação e mídias sociais de que o município estaria falido. O ruído de comunicação teve início após a publicação, no Diário Oficial dos Municípios, do decreto 565/2017, que limita os gastos da administração.

“O decreto é uma prestação de conta à sociedade, garantindo que todos os compromissos sejam honrados. A previsão inicial era que até agosto o município arrecadaria cerca de R$90 milhões, entretanto foram recebidos R$ 86 milhões, ou seja, aproximadamente R$ 4 milhões a menos”, destaca o controlador. “O objetivo da limitação de empenho é justamente garantir que todas as metas e contratos sejam cumpridos. E posso garantir que serão”.

Sobre o boato de falência, Edivanilson rebate afirmando que há inclusive um superávit. “Até o dia 31/08 o município já havia arrecadado R$ 86 milhões, 61% da sua previsão, e executado 79 milhões, um superávit de quase R$ 8 milhões”, afirma. Durante a entrevista, o controlador esclareceu ainda que o município já pagou ao INSS, incluindo os precatórios de ações julgadas, mais de R$ 13 milhões, em apenas oito meses. “Nos últimos quatro anos, foram pagos apenas R$ 16 milhões”, contesta. “Não à toa, a dívida previdenciária saltou de 21 para 60 milhões de reais na gestão anterior”.

Por fim, Edivanilson criticou as falsas notícias sobre a suposta falência do município, classificadas por ele como “um terrorismo plantado”. “Me assusta, como técnico e servidor público, ver que essas informações são reproduzidas por pessoas escolhidas pelo povo para fazer o controle das despesas do dinheiro público”, disse. “Fico preocupado quando a informação parte para um nível tão baixo. Não se pode admitir tamanha ignorância vinda de pessoas que deveriam conhecer bem como funciona esse tipo de iniciativa. Não há falência, há falácia”, finalizou. Ouça o áudio!

Da Redação